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Vitaminas & Chupetas

TESTES DE GRAVIDEZ

Os testes de gravidez são a grande dor de cabeça de quem quer engravidar e a tirinha teima em não dar positivo. Mas são também a alegria de quem finalmente consegue ver o seu desejo realizado. Estes testes funcionam medindo a concentração de HCG que só é produzida durante a gravidez.

Hoje em dia o mais comum é o típico teste que se compra nas farmácias e que já é bastante preciso tendo uma fiabilidade de até 99%. Este teste tem de ser feito após o atraso menstrual para não corrermos o risco de um falso negativo por ainda não termos uma concentração de HCG suficiente. Se após o atraso o teste der negativo, mas o atraso persistir ou houver alguma indicação de gravidez, o teste poderá ser repetido alguns dias depois. No entanto o melhor é sempre consultar um médico. A melhor hora para fazer o teste é de manhã utilizando a primeira urina do dia que é a mais concentrada.

Para quem tenta engravidar e tem alguma dificuldade no início, ou é apenas impaciente e acaba por testar antes da hora ou quer confirmar mais de uma vez o resultado, existe a possibilidade de comprar tirinhas de teste de gravidez. Estas tiras vêm em embalagens de tamanho variável, apresentam o mesmo grau de precisão, mas não têm a parte plástica, ficando no entanto mais em conta para quem precisa de várias. Além destas tirinhas existem ainda umas tirinhas de ovulação que permitem, como o nome indica, saber quando a mulher está a ovular, de modo a aumentar a probabilidade de uma gravidez.

No entanto, como estes testes continuam a ter falhas por mais pequenas que sejam, o melhor ainda é fazer um teste através da análise ao sangue. Embora se demore mais tempo a obter o resultado, a sua precisão é praticamente 100% e é capaz de detectar a gravidez ainda na primeira semana de gestação.
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PROMOÇÕES DA SEMANA #8

As melhores promoções da semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 23: 6 a 9 de Junho

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DOENÇAS PRÉ GRAVIDEZ - PARTE 2

Vamos à última ronda da lista de doenças existentes antes da gravidez.

Embora exista muita informação referente a métodos contraceptivos e como evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis, seja por irresponsabilidade, por acidente, tragédia ou azar, a verdade é que o número de infectados anda na casa dos milhões. No entanto hoje em dia isso deixou de ser tão problemático como era a alguns anos atrás dado que a medicina também evoluiu e já existe medicação e tratamento para controlar ou tratar a infecção (dependendo de qual falamos).

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que causa úlcera na região genital, erupções cutâneas nas mãos e nos pés, queda de cabelo, inflamação ocular, entre muitos outros sintomas. Esta doença é transmissível da mãe para o bebé durante a gravidez ou durante o parto causando sífilis congénita. Esta por sua vez pode causar todos os sintomas típicos da sífilis, e ainda pode causar anomalias ósseas, hepatite e até mesmo morte fetal. É necessário efectuar o devido tratamento quando necessário, e fazer o rastreio da doença antes e durante a gravidez. Aquando do rastreio desta doença, durante a gravidez, existe a possibilidade de surgir um falso positivo devido a alterações imunológicas. Só depois de se fazer um teste mais específico é que se pode ter a certeza se este é de facto positivo. Portanto, nada de pânico antes da hora!

O VIH é um vírus que provoca a deterioração progressiva do sistema imunitário. Uma pessoa ter VIH não significa que tenha SIDA. Esta é uma doença do sistema imunológico causada pelo VIH que por sua vez vai aumentar a probabilidade de ocorrência de infecções e de aparecimento de cancros. No entanto o não tratamento do VIH leva ao desenvolvimento da SIDA mais cedo ou mais tarde. A evolução dos medicamentos veio aumentar a esperança e a qualidade de vida, embora ainda não exista uma cura. Este vírus pode ser passado de mãe para filho durante a gravidez ou durante o parto, no entanto com tratamento a probabilidade disto acontecer diminui bastante. Mesmo assim, é possível que o médico recomende uma cesariana para maior protecção do bebé. Após o parto o bebé terá de ser testado algumas vezes. Mesmo que no início o teste dê positivo, isto acontece porque ainda existem anticorpos maternos em circulação no bebé, mas estes acabarão por desaparecer durante os primeiros 6 meses. Dado que este vírus se transmite através de fluídos orgânicos, a amamentação fica contra-indicada para mães com VIH. O HPV (papilomavírus humano) é, como o nome indica, um vírus, que causa lesões verrucosas na zona genital e que pode ser sexualmente transmitido. Normalmente isto não impede um parto natural, mas, em casos raros, pode-se justificar a cesariana caso as lesões sejam muito grandes ou se encontrem no colo do útero. Uma grávida diagnosticada necessita de fazer tratamento, assim como o seu parceiro.

O herpes genital é causado por um vírus sexualmente transmitido que causa pequenas vesículas que fazem lembrar as da varicela e podem ser bastante desconfortáveis. A transmissão do herpes para o bebé pode vir a afectar-lhe a pele, o sistema nervoso ou o fígado. A mãe poderá ter um parto natural desde que não existam lesões na altura do parto, caso contrário, será indicada cesariana para evitar a transmissão do vírus.

O Citomegalovírus é um vírus pouco conhecido e que se transmite por contacto íntimo. É frequente nas crianças e muitas vezes assintomático. Quando os sintomas aparecem, surge febre, cansaço, dores musculares e dor de cabeça e, em casos raros, podem surgir outros sintomas mais graves. Este vírus dura algumas semanas ou alguns meses e tipicamente não deixa sequelas. No entanto, pode ser transmitido através da placenta da mãe para o bebé, assim como através da amamentação, e esta transmissão pode trazer consequências graves como cegueira ou surdez. A confirmação de infecção poderá justificar a interrupção da gravidez. Uma boa salvaguarda para não apanhar este vírus é a lavagem frequente das mãos.

Concluindo, em caso de doenças pré-existentes temos de tomar medidas preventivas, ser seguidas regularmente por um médico e a alguma terapêutica poderá ter de ser trocada para acomodar a gravidez.

Este post é meramente informativo e não dispensa a consulta de um médico.

Leia aqui a parte 1 deste artigo
Leia aqui a parte 2 deste artigo
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PROMOÇÕES ESPECIAIS DE FIM-DE-SEMANA #6

As melhores promoções especias de fim-de-semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 20: 19 a 22 de Maio

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GENÉTICA & TIPOS DE SANGUE


Os genes são responsáveis pelo desenvolvimento e funcionamento de todo o nosso organismo. Determinam a altura, a cor dos olhos, a estrutura corporal e até mesmo a propensão para determinadas doenças. Mas não influenciam apenas a parte física, na verdade também são responsáveis, pelo menos em parte, pelo nosso desenvolvimento mental, psicológico e pessoal. Os genes agrupam-se aos pares ao longo de um cromossoma, sendo que cada um deles pode ser dominante ou recessivo. Existem 23 pares de cromossomas no núcleo de qualquer célula do nosso corpo, 22 pares gerais e um par de cromossomas do sexo (XX nas mulheres e XY nos homens). O efeito do gene recessivo só será visível quando houver dois genes recessivos, ou seja, se ambos os pais forem portadores de um gene recessivo defeituoso os filhos têm 25% de probabilidade de herdar ambos os genes recessivos ou nenhum, e 50% de serem portadores. Dito isto, muitas vezes não existe uma correlação directa entre determinado gene e a doença específica.

Se o espermatozóide que fecundou o óvulo tem um cromossoma X, o bebé será uma menina, se tem um cromossoma Y será um menino (sendo que o óvulo tem sempre um cromossoma X). O cromossoma X é maior, mais lento e mais duradouro, em contrapartida o cromossoma Y é menor, mais rápido mas menos resiliente. Metade do nosso património genético provém, em partes iguais, da mãe e do pai. Em média, cada indivíduo terá 50% do ADN em comum com os irmãos. No entanto a aleatoriedade da recombinação faz com que nunca seja realmente 50%, o que faz com que cada irmão tenha uma combinação única.

Existem 3 genes que determinam o grupo sanguíneo, com diferentes graus de dominância, e 4 tipos diferentes de sangue (A, B, AB e O). Entre os alelos A e B não existe dominância, logo, quando esses genes se encontram formam um fenótipo intermediário (AB).

Os indivíduos A produzem anticorpos anti-B, e os indivíduos B produzem anticorpos anti-A. Nas pessoas AB (receptor universal) não ocorre a produção de nenhum destes anticorpos, por isso estes indivíduos podem receber qualquer tipo de sangue. Já os indivíduos O (doador universal) produzem anticorpos anti-A e anti-B, por isso embora possam dar a todos, só podem receber sangue O.


Grupo Sanguíneo do Receptor
Grupo Sanguíneo do Doador
Grupo O
Grupo A
Grupo B
Grupo AB
Grupo O




Grupo A




Grupo B




Grupo AB




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PROMOÇÕES DA SEMANA #6

As melhores promoções da semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 21: 23 a 26 de Maio

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PROMOÇÕES ESPECIAIS DE FIM-DE-SEMANA #5

As melhores promoções especias de fim-de-semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 20: 19 a 22 de Maio

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