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Vitaminas & Chupetas

DOENÇAS PRÉ GRAVIDEZ - PARTE 2

Vamos à última ronda da lista de doenças existentes antes da gravidez.

Embora exista muita informação referente a métodos contraceptivos e como evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis, seja por irresponsabilidade, por acidente, tragédia ou azar, a verdade é que o número de infectados anda na casa dos milhões. No entanto hoje em dia isso deixou de ser tão problemático como era a alguns anos atrás dado que a medicina também evoluiu e já existe medicação e tratamento para controlar ou tratar a infecção (dependendo de qual falamos).

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que causa úlcera na região genital, erupções cutâneas nas mãos e nos pés, queda de cabelo, inflamação ocular, entre muitos outros sintomas. Esta doença é transmissível da mãe para o bebé durante a gravidez ou durante o parto causando sífilis congénita. Esta por sua vez pode causar todos os sintomas típicos da sífilis, e ainda pode causar anomalias ósseas, hepatite e até mesmo morte fetal. É necessário efectuar o devido tratamento quando necessário, e fazer o rastreio da doença antes e durante a gravidez. Aquando do rastreio desta doença, durante a gravidez, existe a possibilidade de surgir um falso positivo devido a alterações imunológicas. Só depois de se fazer um teste mais específico é que se pode ter a certeza se este é de facto positivo. Portanto, nada de pânico antes da hora!

O VIH é um vírus que provoca a deterioração progressiva do sistema imunitário. Uma pessoa ter VIH não significa que tenha SIDA. Esta é uma doença do sistema imunológico causada pelo VIH que por sua vez vai aumentar a probabilidade de ocorrência de infecções e de aparecimento de cancros. No entanto o não tratamento do VIH leva ao desenvolvimento da SIDA mais cedo ou mais tarde. A evolução dos medicamentos veio aumentar a esperança e a qualidade de vida, embora ainda não exista uma cura. Este vírus pode ser passado de mãe para filho durante a gravidez ou durante o parto, no entanto com tratamento a probabilidade disto acontecer diminui bastante. Mesmo assim, é possível que o médico recomende uma cesariana para maior protecção do bebé. Após o parto o bebé terá de ser testado algumas vezes. Mesmo que no início o teste dê positivo, isto acontece porque ainda existem anticorpos maternos em circulação no bebé, mas estes acabarão por desaparecer durante os primeiros 6 meses. Dado que este vírus se transmite através de fluídos orgânicos, a amamentação fica contra-indicada para mães com VIH. O HPV (papilomavírus humano) é, como o nome indica, um vírus, que causa lesões verrucosas na zona genital e que pode ser sexualmente transmitido. Normalmente isto não impede um parto natural, mas, em casos raros, pode-se justificar a cesariana caso as lesões sejam muito grandes ou se encontrem no colo do útero. Uma grávida diagnosticada necessita de fazer tratamento, assim como o seu parceiro.

O herpes genital é causado por um vírus sexualmente transmitido que causa pequenas vesículas que fazem lembrar as da varicela e podem ser bastante desconfortáveis. A transmissão do herpes para o bebé pode vir a afectar-lhe a pele, o sistema nervoso ou o fígado. A mãe poderá ter um parto natural desde que não existam lesões na altura do parto, caso contrário, será indicada cesariana para evitar a transmissão do vírus.

O Citomegalovírus é um vírus pouco conhecido e que se transmite por contacto íntimo. É frequente nas crianças e muitas vezes assintomático. Quando os sintomas aparecem, surge febre, cansaço, dores musculares e dor de cabeça e, em casos raros, podem surgir outros sintomas mais graves. Este vírus dura algumas semanas ou alguns meses e tipicamente não deixa sequelas. No entanto, pode ser transmitido através da placenta da mãe para o bebé, assim como através da amamentação, e esta transmissão pode trazer consequências graves como cegueira ou surdez. A confirmação de infecção poderá justificar a interrupção da gravidez. Uma boa salvaguarda para não apanhar este vírus é a lavagem frequente das mãos.

Concluindo, em caso de doenças pré-existentes temos de tomar medidas preventivas, ser seguidas regularmente por um médico e a alguma terapêutica poderá ter de ser trocada para acomodar a gravidez.

Este post é meramente informativo e não dispensa a consulta de um médico.

Leia aqui a parte 1 deste artigo
Leia aqui a parte 2 deste artigo
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PROMOÇÕES ESPECIAIS DE FIM-DE-SEMANA #6

As melhores promoções especias de fim-de-semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 20: 19 a 22 de Maio

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GENÉTICA & TIPOS DE SANGUE


Os genes são responsáveis pelo desenvolvimento e funcionamento de todo o nosso organismo. Determinam a altura, a cor dos olhos, a estrutura corporal e até mesmo a propensão para determinadas doenças. Mas não influenciam apenas a parte física, na verdade também são responsáveis, pelo menos em parte, pelo nosso desenvolvimento mental, psicológico e pessoal. Os genes agrupam-se aos pares ao longo de um cromossoma, sendo que cada um deles pode ser dominante ou recessivo. Existem 23 pares de cromossomas no núcleo de qualquer célula do nosso corpo, 22 pares gerais e um par de cromossomas do sexo (XX nas mulheres e XY nos homens). O efeito do gene recessivo só será visível quando houver dois genes recessivos, ou seja, se ambos os pais forem portadores de um gene recessivo defeituoso os filhos têm 25% de probabilidade de herdar ambos os genes recessivos ou nenhum, e 50% de serem portadores. Dito isto, muitas vezes não existe uma correlação directa entre determinado gene e a doença específica.

Se o espermatozóide que fecundou o óvulo tem um cromossoma X, o bebé será uma menina, se tem um cromossoma Y será um menino (sendo que o óvulo tem sempre um cromossoma X). O cromossoma X é maior, mais lento e mais duradouro, em contrapartida o cromossoma Y é menor, mais rápido mas menos resiliente. Metade do nosso património genético provém, em partes iguais, da mãe e do pai. Em média, cada indivíduo terá 50% do ADN em comum com os irmãos. No entanto a aleatoriedade da recombinação faz com que nunca seja realmente 50%, o que faz com que cada irmão tenha uma combinação única.

Existem 3 genes que determinam o grupo sanguíneo, com diferentes graus de dominância, e 4 tipos diferentes de sangue (A, B, AB e O). Entre os alelos A e B não existe dominância, logo, quando esses genes se encontram formam um fenótipo intermediário (AB).

Os indivíduos A produzem anticorpos anti-B, e os indivíduos B produzem anticorpos anti-A. Nas pessoas AB (receptor universal) não ocorre a produção de nenhum destes anticorpos, por isso estes indivíduos podem receber qualquer tipo de sangue. Já os indivíduos O (doador universal) produzem anticorpos anti-A e anti-B, por isso embora possam dar a todos, só podem receber sangue O.


Grupo Sanguíneo do Receptor
Grupo Sanguíneo do Doador
Grupo O
Grupo A
Grupo B
Grupo AB
Grupo O




Grupo A




Grupo B




Grupo AB




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PROMOÇÕES DA SEMANA #6

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Semana 21: 23 a 26 de Maio

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Semana 20: 19 a 22 de Maio

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DOENÇAS PRÉ GRAVIDEZ - PARTE 2

Continuação da lista de doenças já existentes antes da gravidez.

A rubéola é uma doença viral transmitida por via respiratória que causa sintomas como febre, manchas e dores no corpo, dificuldade ao engolir, nariz entupido, entre outros. A transmissão fetal é mais frequente nos primeiros três meses causando malformações no feto. É necessário verificarmos, através de análises ao sangue, se estamos protegidas contra esta doença, mesmo que já tenhamos levado a vacina preventiva. Isto porque esta pode perder efeito com o passar do tempo. Se a infecção fetal for confirmada, dado que não existe tratamento, poderá ter de se interromper a gravidez.

A Hepatite B é uma doença infecciosa que ataca o fígado e que pode ser assintomática durante muito tempo, até ao dia em que se lembra e ataca com força através de sintomas como vómitos, pele amarelada, fadiga, dor abdominal, entre outros. Sendo contagiosa pode passar de mãe para filho, principalmente se ocorrer no final da gravidez. O bebé ao nascer ser-lhe-á administrada a vacina contra a hepatite B e ainda anticorpos para combater o vírus. Se o bebé estiver vacinado e protegido contra esta doença, não existe qualquer contra-indicação para a amamentação.

Os problemas da tiróide são relativamente comuns e existem 2 tipos. O primeiro é o hipotireoidismo cuja causa mais comum é a deficiência de iodo. Portanto, suplementação de iodo na gravidez!! Muito importante! O segundo é o hipertireoidismo que surge normalmente associado à Doença de Graves, e pode dar origem a taquicardia, perda de peso e intolerância ao calor. As complicações fetais que pode causar incluem restrição do crescimento intra-uterino, taquicardia fetal, prematuridade e morte fetal. Os fármacos escolhidos devem ser administrados na menor dose possível dado que podem causar hipotiroidismo fetal. Se houver antecedentes deste tipo de doenças, então temos de fazer análises logo no início da gravidez.

Sugestão: suplementação de iodo na gravidez

A epilepsia é um transtorno neurológico que, embora não tenha cura, pode ser controlado através de medicação. Os sintomas vão desde uma perda de consciência até grandes convulsões, e os ataques podem ter durações e intensidades variáveis. Durante a gravidez a epilepsia tem tendência a manter-se ou até melhorar, embora existam alguns casos em que piora. Os medicamentos utilizados podem vir a interferir com o desenvolvimento do bebé e, como tal, é necessário discutirmos a medicação com um médico especialista. É também importante fazermos a suplementação do ácido fólico, dado que estes medicamentos minimizam a sua absorção.

A talassémia é uma forma de anemia genética que faz com que exista uma menor quantidade de hemoglobina normal sendo a mais comum a beta-talassémia minor. Se tivermos um histórico de anemia ou casos na família, podemos ter de efectuar um estudo das hemoglobinas para chegar ao diagnóstico. Se assim for, passa a ser necessária a suplementação de folatos e ferro desde o início da gravidez. Também se torna necessário verificar se o parceiro sofre do mesmo mal, já que nesse caso surge a possibilidade de o feto vir a ter uma talassémia major em que não produz nenhuma hemoglobina normal o que tem consequências sérias como infecções, deformidades ósseas, crescimento lento ou problemas cardíacos.

O LES (Lúpus Eritematoso Sistémico) é uma doença inflamatória que pode causar lesões da pele, articulações, pulmões, sistema nervoso central, fígado e rins e que surge como uma defesa do sistema imunitário contra o próprio organismo. Nas grávidas é imprevisível, tanto se pode manter como está, como pode melhorar ou até mesmo piorar. Já no feto pode causar aborto ou parto pré-termo. Sendo assim, é muito importante que a doença seja acompanhada durante toda a gravidez, assim como a medicação utilizada.

Este post é meramente informativo e não dispensa a consulta de um médico.

Leia aqui a parte 1 deste artigo
Leia aqui a parte 3 deste artigo
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PROMOÇÕES DA SEMANA #5

As melhores promoções da semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 20: 15 a 22 de Maio

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PROMOÇÕES ESPECIAIS DE FIM-DE-SEMANA #4

As melhores promoções especias de fim-de-semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 19: 12 a 15 de Maio

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Agenda de eventos para pais e filhos durante os dias de 12 a 18 de Maio.

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JORNADA

Todos os óvulos são formados nos ovários antes de nascermos. E são milhões! No entanto a maioria morre ainda antes do nascimento e muitos mais até à puberdade. Na realidade apenas 400 a 500 óvulos amadurecem e são libertados durante os nossos anos de fertilidade.

A fase mais complicada é quando se atinge a puberdade e surge a menarca, ou seja, a primeira libertação de óvulos. Esta ocorre em média por volta dos 12 anos, mas na verdade tanto pode surgir aos 9 como aos 17 anos e isto continua a ser perfeitamente normal. Nesta altura o ciclo é tão irregular que nunca sabemos quando vai aparecer. Podemos sempre fazer uma média e tentar adivinhar, mas a maioria das vezes é difícil acertar o dia exacto (embora haja sempre as sortudas!). No geral os ciclos podem variar entre os 22 e os 35 dias (existem sempre excepções). Com o uso da pílula, surgiram os ciclos completamente regulares! O seu tamanho varia consoante a pílula, mas o mais comum é o ciclo de 28 dias (incluindo os 7 dias de pausa). Existe ainda a possibilidade de fazer carteiras seguidas sem qualquer pausa, mas nesse ponto, nem todos os médicos concordam se será o melhor para o nosso corpo. Fica ao critério de cada uma de nós.

Nos homens a conversa é outra. Eles produzem cerca de 125 milhões de espermatozóides por dia, e cada ejaculação contém pode conter entre 70 a 500 milhões de espermatozóides. No entanto, destes apenas 75% são dotados de mobilidade. Se a ejaculação for muito frequente, o número de espermatozóides diminui, o que influencia a fertilidade. Portanto não vamos andar a disparar a torto e a direito quando tentamos engravidar, vamos tentar armazená-los para a altura mais provável da ovulação!

Portanto não vamos andar a disparar a torto e a direito quando tentamos engravidar, vamos tentar armazená-los para a altura mais provável da ovulação!

O primeiro dia da menstruação é considerado o primeiro dia do ciclo. Ao quinto dia os ovários começam a preparar um óvulo para ser libertado e o útero prepara-se para receber o óvulo fecundado pelo espermatozóide. A ovulação ocorre por volta do 14º dia, em que o óvulo é libertado através das trompas de Falópio e fica à espera de ser fecundado por um espermatozóide. Dos milhões de espermatozóides ejaculados, apenas centenas chegam ao óvulo. Os restantes das três uma, ou não conseguem chegar a tempo ao óvulo, ou entram na trompa errada ou são destruídos pelo caminho. A sua mobilidade pode ainda ser afectada pelo ambiente em que se encontram.

Daqui uma de duas coisas vai acontecer. Se o óvulo não for fecundado, irá secar e morrer. Após 2 semanas o útero volta ao estado anterior e expulsa o óvulo através da menstruação. Esta pode ter uma duração variável, mas o mais comum é durar 3 a 5 dias. Caso o óvulo seja fecundado, vai fazer o percurso até ao útero onde se irá implantar e passa a haver uma gravidez.

Relativamente aos treinos, a melhor altura rondará o 14º dia. Embora o óvulo só seja fecundável durante 24 horas, os espermatozóides podem sobreviver até 72 horas. Portanto os melhores dias são o 11º, 12º, 13º e 14º. No entanto, por inúmeros motivos, como variações fisiológicas, doença, idade, stress,..., estas contas nem sempre são precisas. Sendo assim damos-lhe uma margem de mais dois dias para cada lado, e portanto os dias férteis ocorreram entre o 9º e o 16º dia. Estas contas estão feitas para os ciclos de 28 dias, para os restantes é uma questão proporcional. É importante salientar que estas contas não excluem gravidez fora deste intervalo! São apenas uma maneira de tentarmos acertar com a ovulação e aumentarmos assim a probabilidade de engravidar.
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PROMOÇÕES DA SEMANA #4

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Semana 19: 8 a 12 de Maio

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PROMOÇÕES ESPECIAIS DE FIM-DE-SEMANA #2

As melhores promoções especias de fim-de-semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 18: 5 a 8 de Maio

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Agenda de eventos para pais e filhos durante os dias de 5 a 11 de Maio.

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DOENÇAS PRÉ GRAVIDEZ - PARTE 1

Num mundo perfeito seríamos todas saudáveis, não haveria doenças, e tudo correria sempre bem. Mas infelizmente não vivemos nesse mundo, vivemos sim num mundo repleto de problemas de saúde, mas isso de nada nos impede, e fazemos o nosso melhor para contornar a situação e fazer dela o melhor que conseguimos.

No caso de termos uma doença existente antes da gravidez, e com tratamento em curso, o médico irá avaliar qual a evolução possível da doença, que repercussões pode ter na gravidez, que efeitos terá a gravidez no curso da doença e se é necessária uma alteração da medicação. É sempre importante discutirmos esses assuntos desde o início para lidarmos com eles da melhor maneira possível.

A diabetes é definida por níveis elevados de glicose no sangue, afecta mais de 400 milhões de pessoas, e é normalmente controlável através de uma dieta saudável e exercício físico regular (não é tudo??), excepto alguns casos específicos que necessitam de medicação e/ou insulina, consoante o tipo de diabetes e a sua gravidade. o ideal é irmos já com esta doença controlada aquando da gravidez. O mau controlo da diabetes pode causar malformações ou anomalias cardio-respiratórias no bebé e pré-eclâmpsia na mãe (entre outros problemas). Esta doença aumenta ainda a probabilidade de vir a ser necessária uma cesariana.

A asma é uma doença inflamatória crónica das vias aéreas, normalmente é controlada com broncodilatadores e afecta mais de 200 milhões de pessoas. Embora a asma em si não cause dano no feto, é um obstáculo para a futura mãe. Tal como na diabetes, o ideal é ter esta doença sob controlo antes de tentarmos conceber. O mau controlo da asma pode causar um aumento de stress e tensão que vai por sua vez sobrecarregar o coração, que devido à gravidez, já está a trabalhar horas extraordinárias. No parto, a asma não parece ser um obstáculo e um ataque raramente acontece.

Em caso de doença cardíaca é necessário um acompanhamento médico mais rigoroso, principalmente a partir do 5º mês, quando o coração começa a trabalhar em dobro, e será recomendado bastante repouso (falamos aqui em cerca de 10 horas de sono por dia!). A medicação terá de ser discutida com o médico, visto que poderá ter de ser alterada após concepção ou mesmo durante a gravidez. Durante o parto, o esforço adicional sobre o coração é intermitente o que permite que a maioria das grávidas possa ter um parto natural. Caso o coração não aguente tal esforço, será aconselhada uma cesariana.

A hipertensão é uma doença crônica que faz com que o coração tenha de fazer um esforço maior do que o necessário para fazer o sangue circular e chegar a todo o corpo (incluindo a placenta e o feto). Este excesso de esforço pode vir a restringir o crescimento do feto e causar falência cardíaca na grávida. Mais uma vez, tal como acontece com a asma e com a diabetes, é imperativo que a mulher chegue à gravidez com esta doença controlada. Esta doença é um dos principais factores de risco que levam à ocorrência de acidentes vasculares cerebrais, enfartes do miocárdio, insuficiência renal crônica, insuficiência cardíaca, entre muitos outros.

Pressão Arterial (mmHg)
Categoria Sistólica Diastólica
Ótima
< 120
< 80
Normal
120 - 129
80 - 84
Normal Alta
130 - 139
85 - 89
Hipertensão Grau 1
140 - 159
90 - 99
Hipertensão Grau 2
160 - 179
100 - 109
Hipertensão Grau 3
>= 180
>= 110

Em caso de doença renal, repetimos o mesmo que com a doença cardíaca. É necessário um acompanhamento médico mais rigoroso, dado que correm um risco maior de sofrer de hipertensão e de pré-eclâmpsia. Na maioria dos casos a gravidez corre bem, mas nos restantes pode ser necessária uma indução prematura de parto.

Este post é meramente informativo e não dispensa a consulta de um médico.

Leia aqui a parte 2 deste artigo
Leia aqui a parte 3 deste artigo
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PROMOÇÕES DA SEMANA #3

As melhores promoções da semana. O melhor para eles, ao melhor preço para nós!
Semana 18: 1 a 5 de Maio

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